domingo, 28 de julho de 2013

Dia 5 > Berlim

Saímos as bem cedo de Praga, e fomos de ônibus até Berlim, o interior de praga se mostrou igualmente lindo, com seus sobrados de 3 andares a beira do rio e muitas árvores.

De resto, a viagem foi bem simples com muitas árvores, matos, plantações de trigo, milho e cevada.

Passamos pelo posto de imigração na fronteira da alemanha, novamente tivemos que mostrar nosso passaporte e novamente nenhuma pergunta foi feita de onde ficariam e quanto dinheiro tinhamos...

Chegamos em Berlim, na estação de ônibus que fica próximo a estação de metrô, ponto positivo da estação é que além da localização, ela cede wifi gratuito, assim podemos descobrir para onde ir e como chegar lá. Na estação de metrô levamos um tempo para entender como se dava a compra dos tickets (até pensei em uma comparação de um animal perante um novo ser/objeto) já que não há bilheteria e nem funcionários. Depois que entendemos, foi fácil chegar ao hostel, que é ao lado da estação.

Deixamos as tranqueirada e fomos dar uma volta pelo bairro e nos sentir mais pobres do que já somos, aqui é tudo muito caro, tipo caro meeeesmo.

Fomos procurar o tal bradenburg gate, sabíamos que estava perto, mas sem mapa fica difícil. Metrô no centro é um em seguida do outro.

O hotel é na rua do que sobrou do muro de Berlim, as pessoas vendem pedaços de concreto dizendo ser pedaços do muro ( ahm senta lá Claudiasch ). Tem toda a história sobre as pessoas que tentavam atravessar o muro e fala sobre a morte dessas pessoas.

Passamos por monumentos e estátuas, prédios que sem guia ( o nosso caso ) não significam nada além de prédios velhos. O que me faz pensar que sem guia, Berlim não há nada de especial, além de uma cidade com história de guerra e política.

Falando em guerra, onde era o muro tem uma base americana aliada ( que era mesmo onde ficava ), que tem uma telão com uma foto de um general ( de novo, sem contexto parece absurdo ). E a outra coisa é que a primeira bomba a cair sobre Berlim, matou o único urso do zoo que era o último da espécie.

Depois da busca incessante pelo tal portão/portal, desistimos, tomamos um sorvete e voltamos pro hostel. Jantamos em um restaurante italiano que tem aqui na rua ( não há mtas opções em um domingo a noite), o que saiu uma fortuna por 2 pizzas sem graças e 2 sucos de maçãs.

Nota: Ao que parece, as frutas são bem caras para fazer suco, desde praga não vimos sucos naturais.
O único suco natural aqui parece ser o de laranja ( que é uma laranja diferente e bem mais gostosa do que qualquer uma do brasil) que custa 6 euros por 1 litro. Carissimo.

Voltamos e demos mais uma voltinha.

Aqui no quarto há um casal de russos, um casal que fala castelhano ou espanhol (talvez sejam espanhóis).

Tá um calor absurdo fora só normal. Nunca vi um calor desse no brasil... Aqui esta mto difícil.

Amanhã, depois do café, vamos fazer um tour de bike pela cidade com guia, pra ver se achamos o que as pessoas tanto falam de Berlim.

Um comentário:

  1. Hey prof,fiquei muito feliz quando vi que vc iria para Europa viajar,deve ser muito bom.Estou adorando seu blog ;-)

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